quinta-feira, abril 20, 2017

DIAS & DIAS , LDA !


























segunda-feira, abril 17, 2017

AS ARMADILHAS !



















... "Ainda sobre o jogo em Braga, e para não corrermos o risco de nos calhar “em sorte” mais um processo, hoje transcrevemos aqui a opinião dos especialistas de arbitragem dos três jornais desportivos. Para que a ideia fique bem clara, voltamos a repetir: vamos transcrever. Por isso, caso entendam, processem-nos a eles. Começamos pelo antigo árbitro internacional Duarte Gomes, que escreveu na edição de domingo do jornal A Bola e que começa por analisar um lance em que “Pedro Santos podia ter visto amarelo, quando agarrou André André, cortando aí a sua saída para o ataque”. Mais tarde, aos 24 minutos, “na sequência de um canto batido da direita, Gamboa agarra Felipe, impedindo o central do FC Porto de jogar a bola. Difícil de ver, mas penalty por marcar contra o SC Braga”. A análise continua e Pedro Santos volta a centrar atenções porque “agarrou Soares quando este procurava escapar para a área e, após a falta que já tinha cometido antes sobre André, arriscou novamente o amarelo”. O segundo tempo começa com uma falta de Cartabia que, segundo Duarte Gomes “efetuou tackle deslizante, com muita velocidade e intensidade, sobre Alex Telles. Lance que, em campo, poderia sugerir apenas o amarelo, mas que nos pareceu ter sido praticado com força excessiva. O bracarense acertou, com a sola/pitons, no tornozelo do lateral azul e branco, colocando a sua integridade física em risco: devia ter visto o vermelho”. Passamos para O Jogo, citando as análises do “tribunal” composto pelos ex-árbitros Jorge Coroado, José Leirós e Fortunato Azevedo. Aqui começa-se por destacar o lance aos 23 minutos na área do Braga que envolveu Felipe e Gamboa. Jorge Coroado viu que “Felipe foi efetivamente abraçado por Gamboa, em falta punível com penálti e que passou sem a devida análise por parte do árbitro”, José Leirós também viu um “grande abraço que teve Felipe de Gamboa! Ainda que tentando libertar-se, o jogador do FC Porto foi impedido disputar a bola. Penálti por assinalar”, enquanto Fortunato Azevedo observou que “Felipe é claramente abraçado, penálti por assinalar a favor do FC Porto”. Opinião unanime, portanto. Mas vejamos o que é dito sobre o lance entre o argentino Cartabia e o nosso Alex Telles, aos 58 minutos. Começamos de novo por Jorge Coroado: “Cartabia, de longe, projetou-se com a sola da bota e atingiu o artelho de Alex Telles. A punição disciplinar correta seria o cartão vermelho”. José Leirós disse que “a sanção disciplinar foi leve [viu cartão amarelo]. Entrada perigosa, deliberada de sola, violenta, atingindo e derrubando o adversário. Cartabia deveria ter sido expulso”, enquanto Fortunato Azevedo é da opinião que “Cartabia deveria ter sido expulso, teve uma conduta grosseira, decisão errada do árbitro”. Nova unanimidade nas opiniões, observamos nós. Do jornal O Jogo concluímos esta pequena reflexão com o jornal Record, que na página oito da edição de ontem nos mostra a análise do também ex-internacional Marco Ferreira cujo título é “Arbitragem vergonhosa”. E fomos tentar perceber porquê. O árbitro madeirense começa por analisar o lance aos 23 minutos entre Felipe e Gamboa, bem no coração da área minhota, para dizer que há uma “infração por assinalar de Gamboa sobre Felipe. Na sequência de um canto, o bracarense agarra de forma ostensiva o adversário”. E, apenas dois minutos depois, volta à área do Braga porque entende que há nova “infração por assinalar de Ricardo Ferreira sobre Soares. O jogador do FC Porto antecipa-se à bola e o defesa pontapeia-o de forma imprudente dentro da sua área. Penalti por assinalar e cartão amarelo pela jogada prometedora”. Terminamos, de novo, com Cartabia, que, segundo Marco Ferreira, “entra em salto e atinge com a sola da bota a canela de Alex Telles, sendo responsável por falta grosseira. Cartão vermelho por exibir”, concluiu o madeirense e concluímos nós também, agora já com algumas explicações para o título do texto. "...

(in Dragões Diário)

domingo, abril 16, 2017

PRÓS !


















PACTO
            PRÓ
                    BENFICA




                     EIS A NOSSA DESDITA !


sábado, abril 15, 2017

OS VENDILHÕES DO TEMPLO !
















...  Mais cartilha menos cartilha
no final vai tudo dar ao mesmo !

quinta-feira, abril 13, 2017

LINDOS MENINOS !


















..."«Gullit. É este o nome que está na origem da guerra entre as claques de Benfica e Sporting e do corte de relações entre os clubes, há duas semanas. O que é que o antigo internacional holandês, bicampeão europeu pelo Milan em 1990, tem a ver com esta história? Directamente, nada, mas para o explicar temos de recuar mais de 20 anos, até à altura em que Jorge Maurício era o líder da claque No Name Boys (NN), do Benfica. O ultrabenfiquista, de 22 anos, que não falhava um jogo do clube, era fã de Ruud Gullit e ficou conhecido por essa alcunha porque andava sempre com um boné com a foto dele. No dia 14 de Setembro de 1994, no regresso a Lisboa após ter ido apoiar o Benfica à Croácia, num jogo da Liga dos Campeões contra o Hadjuk Split, Jorge Maurício morreu num acidente de automóvel em Espanha, num desastre que vitimou mais dois adeptos benfiquistas, Rita e Tino, de 20 e 26 anos. Vinte anos depois, na véspera do último Sporting-Benfica, elementos da claque Juventude Leonina fizeram uma T-shirt provocatória, com a foto de Jorge Maurício e o título: "Vão demorar muito a chegar?" Por baixo: "Auto-estrada 94. Uma viagem inesquecível! Bateu forte!" Os NN reagiram e no sábado, dia 7 de Março, durante o jogo de futsal Benfica-Sporting, surgiram na bancada com a faixa "Very Light 96". Para Liliana Mendes, isso foi um choque. Mas ela já viu coisas ainda mais desrespeitosas para com a memória do pai, Rui Mendes, que morreu atingido por um very light disparado por um adepto do Benfica na final da Taça de Portugal de 1996. É o caso de uma T-shirt, feita pelos No Name, onde se lê: "Foi no Jamor que o lagarto ardeu, na final da Taça o very light é que o f**eu"; ou ainda vídeos, postos no YouTube, com adeptos do Benfica a elogiarem Hugo Inácio, o autor do disparo. "Há um que diz, e peço desculpa pela linguagem: ‘É bem feito para esse filho da puta desse sportinguista ter morrido’"»

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(in Dragão até à morte)